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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Em 2012, o Brasil tinha 2,3 milhões de professores. Entre eles, 415 mil (20%) se dedicam à educação para a diversidade, como para indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (educação especial) e privadas de liberdade. O número desses profissionais cresceu 1,5% de 2011 para 2012, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nas salas de aula, esses professores devem garantir o resgate da cultura dos povos, o ensino de direitos e das políticas públicas, conforme a Lei de Diretrizes e Bases
Cada situação impõe desafios aos docentes. Por exemplo, de acordo com a resolução do Conselho Nacional de Educação, 11,8% das pessoas que estão presas ou em centros de reabilitação são analfabetas e 66% não chegaram a concluir o ensino fundamental. “O tempo que passam na prisão (mais da metade cumpre penas superiores a nove anos) seria uma boa oportunidade para se dedicar à educação”, diz o texto.
Para os alunos da educação especial, as aulas devem visar a técnicas e recursos específicos para garantir a inclusão.
No Dia do Professor, a Agência Brasil apresenta reportagens com alguns desses profissionais que contaram suas experiências, sua carreira, como é o dia a dia e os obstáculos enfrentados, como falta de água na escola. Eles acreditam que pela sala de aula é possível mudar a realidade do país.
Cada situação impõe desafios aos docentes. Por exemplo, de acordo com a resolução do Conselho Nacional de Educação, 11,8% das pessoas que estão presas ou em centros de reabilitação são analfabetas e 66% não chegaram a concluir o ensino fundamental. “O tempo que passam na prisão (mais da metade cumpre penas superiores a nove anos) seria uma boa oportunidade para se dedicar à educação”, diz o texto.
Para os alunos da educação especial, as aulas devem visar a técnicas e recursos específicos para garantir a inclusão.
No Dia do Professor, a Agência Brasil apresenta reportagens com alguns desses profissionais que contaram suas experiências, sua carreira, como é o dia a dia e os obstáculos enfrentados, como falta de água na escola. Eles acreditam que pela sala de aula é possível mudar a realidade do país.
Em 2012, o Brasil tinha 2,3 milhões de professores. Entre eles, 415 mil (20%) se dedicam à educação para a diversidade, como para indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (educação especial) e privadas de liberdade. O número desses profissionais cresceu 1,5% de 2011 para 2012, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nas salas de aula, esses professores devem garantir o resgate da cultura dos povos, o ensino de direitos e das políticas públicas, conforme a Lei de Diretrizes e Bases
Em 2012, o Brasil tinha 2,3 milhões de professores. Entre eles, 415 mil (20%) se dedicam à educação para a diversidade, como para indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (educação especial) e privadas de liberdade. O número desses profissionais cresceu 1,5% de 2011 para 2012, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nas salas de aula, esses professores devem garantir o resgate da cultura dos povos, o ensino de direitos e das políticas públicas, conforme a Lei de Diretrizes e Bases
Manifestação em favor da educação tem princípio de tumulto
Houve corre-corre quando PMs entraram em passeata, no Centro da cidade
AMANDA RAITER E FLAVIO ARAÚJO
Rio - A manifestação dos docentes pela educação, no Dia do Professor, registrou um princípio de tumulto na noite desta terça-feira. Perto do Theatro Municipal, na Cinelândia, um grupo de 30 PMs entrou na manifestação e foi bastante hostilizado pelos presentes. Após corre-corre e alguns empurrões, os professores, em um carro de som pediram para o ato prosseguir. Segundo os ativistas, houve suspeita que um agente infiltrado do serviço reservado (P2) da Polícia Militar estivesse no local. O homem foi perseguido, mas conseguiu escapar.
Pelo menos 20 mil pessoas participam do protesto. Os policiais ocupam diversas esquinas por onde a passeta passa. Na Rua Evaristo da Veiga há cordão de isolamento na altura do quartel central.
Professores se concentraram nas escadarias da Alerj
Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
O MetrôRio informou que a estação Cinelândia está interditada no acesso do Theatro Municipal devido a manifestação. Parte do grupo Black Bloc ocupa as escadarias da Câmara Municipal. Parte dos integrantes avançou rapidamente sobre PMs na Rua Evaristo da Veiga com a 13 de Maio, mas os policiais não reagiram.
Milhares marcham pela educação
Manifestantes se concentram na Candelária
Foto: Leitor Rafael Cavalcanti
Entre os milhares de manifestantes, que carregam faixas, bandeiras e cartazes com as renvidicações, há mais alunos e professores, além de membros de partidos políticos de esqueda e black blocs. A Avenida Rio Branco já foi fechada, bem como a Avenida Presidente Vargas, no sentido Candelária, altura da Igreja da Candelária, para a passagem do ato. Os motoristas foram desviados para a Avenida Passos.
Conhecido por vestir roupa de Batman durante as manifestações, Eron Morais de Mello, 33 anos, declarou que sua profissão é protesto. Anteriormente, ele fazia cosplay e decidiu apoiar as manifestações quando pintaram fotos do prefeito Eduardo Paes como o Coringa. "Percebi que precisavam do Batman pra enfrentar o Coringa", disse. Ele reafirmou o apoio aos profissionais e acrescentou que a educação é responsável pelo desenvolvimento do país. "O ensino é a base de tudo".
Muitos ambulantes também estão no local. Na Cinelândia, destino final do ato, há 60 PMs, entre grupos fardados ou identificados por letras e números, portando escudos. Eles se concentram na Praça da Cinelândia e entre as Ruas do Passeio e das Marrecas. Até o momento, não há registro de confusão.
Também segue fechadas a Rua Primeiro de Março, altura da Alerj e a pista lateral da Avenida Presidente Antônio Carlos, que foi liberadas pouco tempo depois. O desvio foi feito pela Avenida Marechal Aguinaldo Castro. Pauta da educação municipal:
1 - Pelo cancelamento imediato da votação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários votado no dia 1º de outubro, à portas fechadas e sem diálogo com a categoria. 2 - Pelo direito a manifestação dos profissionais de educação 3 - Contra o Projeto meritocrático e neoliberal de Eduardo Paes para a educação. 4 - Por um Plano de Cargos discutido com a categoria e que represente todos os profissionais da educação. Pauta da educação estadual:
1 - Plano de carreira para funcionários. 2 - Uma matrícula, uma escola - que cada professor se dedique a uma escola. 3 - Um terço da carga horária para planejamento de aulas. 4 - Gestão democrática com eleição direta para diretores. 5 - Fim dos exames meritocráticos (Saerj) Pautas gerais: - Mais democracia, menos violência policial e pela liberdade de manifestação
Nova ‘tática defensiva’ dos black blocs não sai do papel
Mascarados entram em confronto com a PM, contrariando recomendação do grupo
O DIA
Rio - Na véspera da manifestação pelo Dia dos Professores, black blocs anunciaram na Internet uma mudança na tática utilizada por seus membros nas últimas manifestações ocorridas no Centro do Rio. Em uma postagem em sua página no Facebook, o grupo recomendava a todos os integrantes “evitar a ação direta” nos próximos confrontos com a polícia. A ideia, sugeriam, era ficar na defensiva e adotar uma postura de resistência para que pudessem identificar aqueles que iriam causar confusão.
Nesta terça-feira, no entanto, após mais uma manifestação pacífica, a violência voltou a explodir na Cinelândia. O grupo nega que sejam os responsáveis pela destruição do patrimônio. Na opinião deles, policiais do serviço reservado estariam sendo infiltrados nos protestos para criminalizá-los pelos atos de depredação e vandalismo. Ao divulgar a nova estratégia de luta, o grupo reforça a intenção, já divulgada, de proteger os que estão na rua. Uma máxima que não foi seguida pelos mascarados de ontem, já que os professores já haviam encerrado o protesto quando tiveram início os tumultos.
Mascarados acompanham protesto dos professores na tarde de ontem. Quebra-quebra começou depois
Foto: André Mourão / Agência O Dia
Precaução
O grupo alertou para que todos ficassem precavidos quanto ao endurecimento das revistas e filmagens de suspeitos feitas pela Polícia Militar. A Polícia Civil afirmou nesta terça que não fará o monitoramento por meio de filmagens porque entende que esta é uma atribuição da Polícia Militar.
Para a cientista social Silvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, as forças de segurança não estão sabendo lidar com o crescimento dos black blocs. “A polícia tem atuado de forma precária e sem planejamento. Os últimos protestos mostram que eles agem ora por excesso de força, ora pela omissão”, critica.
Na opinião da especialista, a ação policial tem se caracterizado pela imprevisibilidade. “A polícia tem agido com um grau de improviso e amadorismo que é difícil acreditar. Se comportam como blue blocs”, disse, se referindo à farda azul da corporação. Especialista defende ação preventiva
A ação violenta de supostos integrantes do Black Bloc nos protestos gerou nas redes sociais o surgimento de grupos que pedem o fim do movimento. Duas comunidades — Fora Black Bloc e Black Bloc Não me representa — convocam novos membros que “estejam cansados de depredação, vandalismo e atos de bandidagem nas manifestações pacíficas. Os mascarados não têm uma proposta. Querem quebrar, destruir, causar pânico”, critica um internauta.
A socióloga Sílvia Ramos defende ação de prevenção no combate aos atos de vandalismo. Na visão dela, as forças de segurança precisam realizar um trabalho de investigação e atuar de forma ‘cirúrgica’ contendo os suspeitos antes do início dos tumultos e prendendo apenas os que cometem algum tipo de crime durante os protestos. “É muito ruim para a população ser atingida por gás em um bar. Tudo isso contribui para aumentar a tensão e criar um clima de insegurança.”