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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Em 2012, o Brasil tinha 2,3 milhões de professores. Entre eles, 415 mil (20%) se dedicam à educação para a diversidade, como para indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (educação especial) e privadas de liberdade. O número desses profissionais cresceu 1,5% de 2011 para 2012, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nas salas de aula, esses professores devem garantir o resgate da cultura dos povos, o ensino de direitos e das políticas públicas, conforme a Lei de Diretrizes e Bases
Cada situação impõe desafios aos docentes. Por exemplo, de acordo com a resolução do Conselho Nacional de Educação, 11,8% das pessoas que estão presas ou em centros de reabilitação são analfabetas e 66% não chegaram a concluir o ensino fundamental. “O tempo que passam na prisão (mais da metade cumpre penas superiores a nove anos) seria uma boa oportunidade para se dedicar à educação”, diz o texto.
Para os alunos da educação especial, as aulas devem visar a técnicas e recursos específicos para garantir a inclusão.
No Dia do Professor, a Agência Brasil apresenta reportagens com alguns desses profissionais que contaram suas experiências, sua carreira, como é o dia a dia e os obstáculos enfrentados, como falta de água na escola. Eles acreditam que pela sala de aula é possível mudar a realidade do país.
Cada situação impõe desafios aos docentes. Por exemplo, de acordo com a resolução do Conselho Nacional de Educação, 11,8% das pessoas que estão presas ou em centros de reabilitação são analfabetas e 66% não chegaram a concluir o ensino fundamental. “O tempo que passam na prisão (mais da metade cumpre penas superiores a nove anos) seria uma boa oportunidade para se dedicar à educação”, diz o texto.
Para os alunos da educação especial, as aulas devem visar a técnicas e recursos específicos para garantir a inclusão.
No Dia do Professor, a Agência Brasil apresenta reportagens com alguns desses profissionais que contaram suas experiências, sua carreira, como é o dia a dia e os obstáculos enfrentados, como falta de água na escola. Eles acreditam que pela sala de aula é possível mudar a realidade do país.
Em 2012, o Brasil tinha 2,3 milhões de professores. Entre eles, 415 mil (20%) se dedicam à educação para a diversidade, como para indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (educação especial) e privadas de liberdade. O número desses profissionais cresceu 1,5% de 2011 para 2012, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nas salas de aula, esses professores devem garantir o resgate da cultura dos povos, o ensino de direitos e das políticas públicas, conforme a Lei de Diretrizes e Bases
Em 2012, o Brasil tinha 2,3 milhões de professores. Entre eles, 415 mil (20%) se dedicam à educação para a diversidade, como para indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (educação especial) e privadas de liberdade. O número desses profissionais cresceu 1,5% de 2011 para 2012, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nas salas de aula, esses professores devem garantir o resgate da cultura dos povos, o ensino de direitos e das políticas públicas, conforme a Lei de Diretrizes e Bases
Manifestação em favor da educação tem princípio de tumulto
Houve corre-corre quando PMs entraram em passeata, no Centro da cidade
AMANDA RAITER E FLAVIO ARAÚJO
Rio - A manifestação dos docentes pela educação, no Dia do Professor, registrou um princípio de tumulto na noite desta terça-feira. Perto do Theatro Municipal, na Cinelândia, um grupo de 30 PMs entrou na manifestação e foi bastante hostilizado pelos presentes. Após corre-corre e alguns empurrões, os professores, em um carro de som pediram para o ato prosseguir. Segundo os ativistas, houve suspeita que um agente infiltrado do serviço reservado (P2) da Polícia Militar estivesse no local. O homem foi perseguido, mas conseguiu escapar.
Pelo menos 20 mil pessoas participam do protesto. Os policiais ocupam diversas esquinas por onde a passeta passa. Na Rua Evaristo da Veiga há cordão de isolamento na altura do quartel central.
Professores se concentraram nas escadarias da Alerj
Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
O MetrôRio informou que a estação Cinelândia está interditada no acesso do Theatro Municipal devido a manifestação. Parte do grupo Black Bloc ocupa as escadarias da Câmara Municipal. Parte dos integrantes avançou rapidamente sobre PMs na Rua Evaristo da Veiga com a 13 de Maio, mas os policiais não reagiram.
Milhares marcham pela educação
Manifestantes se concentram na Candelária
Foto: Leitor Rafael Cavalcanti
Entre os milhares de manifestantes, que carregam faixas, bandeiras e cartazes com as renvidicações, há mais alunos e professores, além de membros de partidos políticos de esqueda e black blocs. A Avenida Rio Branco já foi fechada, bem como a Avenida Presidente Vargas, no sentido Candelária, altura da Igreja da Candelária, para a passagem do ato. Os motoristas foram desviados para a Avenida Passos.
Conhecido por vestir roupa de Batman durante as manifestações, Eron Morais de Mello, 33 anos, declarou que sua profissão é protesto. Anteriormente, ele fazia cosplay e decidiu apoiar as manifestações quando pintaram fotos do prefeito Eduardo Paes como o Coringa. "Percebi que precisavam do Batman pra enfrentar o Coringa", disse. Ele reafirmou o apoio aos profissionais e acrescentou que a educação é responsável pelo desenvolvimento do país. "O ensino é a base de tudo".
Muitos ambulantes também estão no local. Na Cinelândia, destino final do ato, há 60 PMs, entre grupos fardados ou identificados por letras e números, portando escudos. Eles se concentram na Praça da Cinelândia e entre as Ruas do Passeio e das Marrecas. Até o momento, não há registro de confusão.
Também segue fechadas a Rua Primeiro de Março, altura da Alerj e a pista lateral da Avenida Presidente Antônio Carlos, que foi liberadas pouco tempo depois. O desvio foi feito pela Avenida Marechal Aguinaldo Castro. Pauta da educação municipal:
1 - Pelo cancelamento imediato da votação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários votado no dia 1º de outubro, à portas fechadas e sem diálogo com a categoria. 2 - Pelo direito a manifestação dos profissionais de educação 3 - Contra o Projeto meritocrático e neoliberal de Eduardo Paes para a educação. 4 - Por um Plano de Cargos discutido com a categoria e que represente todos os profissionais da educação. Pauta da educação estadual:
1 - Plano de carreira para funcionários. 2 - Uma matrícula, uma escola - que cada professor se dedique a uma escola. 3 - Um terço da carga horária para planejamento de aulas. 4 - Gestão democrática com eleição direta para diretores. 5 - Fim dos exames meritocráticos (Saerj) Pautas gerais: - Mais democracia, menos violência policial e pela liberdade de manifestação
Nova ‘tática defensiva’ dos black blocs não sai do papel
Mascarados entram em confronto com a PM, contrariando recomendação do grupo
O DIA
Rio - Na véspera da manifestação pelo Dia dos Professores, black blocs anunciaram na Internet uma mudança na tática utilizada por seus membros nas últimas manifestações ocorridas no Centro do Rio. Em uma postagem em sua página no Facebook, o grupo recomendava a todos os integrantes “evitar a ação direta” nos próximos confrontos com a polícia. A ideia, sugeriam, era ficar na defensiva e adotar uma postura de resistência para que pudessem identificar aqueles que iriam causar confusão.
Nesta terça-feira, no entanto, após mais uma manifestação pacífica, a violência voltou a explodir na Cinelândia. O grupo nega que sejam os responsáveis pela destruição do patrimônio. Na opinião deles, policiais do serviço reservado estariam sendo infiltrados nos protestos para criminalizá-los pelos atos de depredação e vandalismo. Ao divulgar a nova estratégia de luta, o grupo reforça a intenção, já divulgada, de proteger os que estão na rua. Uma máxima que não foi seguida pelos mascarados de ontem, já que os professores já haviam encerrado o protesto quando tiveram início os tumultos.
Mascarados acompanham protesto dos professores na tarde de ontem. Quebra-quebra começou depois
Foto: André Mourão / Agência O Dia
Precaução
O grupo alertou para que todos ficassem precavidos quanto ao endurecimento das revistas e filmagens de suspeitos feitas pela Polícia Militar. A Polícia Civil afirmou nesta terça que não fará o monitoramento por meio de filmagens porque entende que esta é uma atribuição da Polícia Militar.
Para a cientista social Silvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, as forças de segurança não estão sabendo lidar com o crescimento dos black blocs. “A polícia tem atuado de forma precária e sem planejamento. Os últimos protestos mostram que eles agem ora por excesso de força, ora pela omissão”, critica.
Na opinião da especialista, a ação policial tem se caracterizado pela imprevisibilidade. “A polícia tem agido com um grau de improviso e amadorismo que é difícil acreditar. Se comportam como blue blocs”, disse, se referindo à farda azul da corporação. Especialista defende ação preventiva
A ação violenta de supostos integrantes do Black Bloc nos protestos gerou nas redes sociais o surgimento de grupos que pedem o fim do movimento. Duas comunidades — Fora Black Bloc e Black Bloc Não me representa — convocam novos membros que “estejam cansados de depredação, vandalismo e atos de bandidagem nas manifestações pacíficas. Os mascarados não têm uma proposta. Querem quebrar, destruir, causar pânico”, critica um internauta.
A socióloga Sílvia Ramos defende ação de prevenção no combate aos atos de vandalismo. Na visão dela, as forças de segurança precisam realizar um trabalho de investigação e atuar de forma ‘cirúrgica’ contendo os suspeitos antes do início dos tumultos e prendendo apenas os que cometem algum tipo de crime durante os protestos. “É muito ruim para a população ser atingida por gás em um bar. Tudo isso contribui para aumentar a tensão e criar um clima de insegurança.”
Nova ‘tática defensiva’ dos black blocs não sai do papel
Mascarados entram em confronto com a PM, contrariando recomendação do grupo
O DIA
Rio - Na véspera da manifestação pelo Dia dos Professores, black blocs anunciaram na Internet uma mudança na tática utilizada por seus membros nas últimas manifestações ocorridas no Centro do Rio. Em uma postagem em sua página no Facebook, o grupo recomendava a todos os integrantes “evitar a ação direta” nos próximos confrontos com a polícia. A ideia, sugeriam, era ficar na defensiva e adotar uma postura de resistência para que pudessem identificar aqueles que iriam causar confusão.
Nesta terça-feira, no entanto, após mais uma manifestação pacífica, a violência voltou a explodir na Cinelândia. O grupo nega que sejam os responsáveis pela destruição do patrimônio. Na opinião deles, policiais do serviço reservado estariam sendo infiltrados nos protestos para criminalizá-los pelos atos de depredação e vandalismo. Ao divulgar a nova estratégia de luta, o grupo reforça a intenção, já divulgada, de proteger os que estão na rua. Uma máxima que não foi seguida pelos mascarados de ontem, já que os professores já haviam encerrado o protesto quando tiveram início os tumultos.
Mascarados acompanham protesto dos professores na tarde de ontem. Quebra-quebra começou depois
Foto: André Mourão / Agência O Dia
Precaução
O grupo alertou para que todos ficassem precavidos quanto ao endurecimento das revistas e filmagens de suspeitos feitas pela Polícia Militar. A Polícia Civil afirmou nesta terça que não fará o monitoramento por meio de filmagens porque entende que esta é uma atribuição da Polícia Militar.
Para a cientista social Silvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, as forças de segurança não estão sabendo lidar com o crescimento dos black blocs. “A polícia tem atuado de forma precária e sem planejamento. Os últimos protestos mostram que eles agem ora por excesso de força, ora pela omissão”, critica.
Na opinião da especialista, a ação policial tem se caracterizado pela imprevisibilidade. “A polícia tem agido com um grau de improviso e amadorismo que é difícil acreditar. Se comportam como blue blocs”, disse, se referindo à farda azul da corporação. Especialista defende ação preventiva
A ação violenta de supostos integrantes do Black Bloc nos protestos gerou nas redes sociais o surgimento de grupos que pedem o fim do movimento. Duas comunidades — Fora Black Bloc e Black Bloc Não me representa — convocam novos membros que “estejam cansados de depredação, vandalismo e atos de bandidagem nas manifestações pacíficas. Os mascarados não têm uma proposta. Querem quebrar, destruir, causar pânico”, critica um internauta.
A socióloga Sílvia Ramos defende ação de prevenção no combate aos atos de vandalismo. Na visão dela, as forças de segurança precisam realizar um trabalho de investigação e atuar de forma ‘cirúrgica’ contendo os suspeitos antes do início dos tumultos e prendendo apenas os que cometem algum tipo de crime durante os protestos. “É muito ruim para a população ser atingida por gás em um bar. Tudo isso contribui para aumentar a tensão e criar um clima de insegurança.”
Nova ‘tática defensiva’ dos black blocs não sai do papel
Mascarados entram em confronto com a PM, contrariando recomendação do grupo
O DIA
Rio - Na véspera da manifestação pelo Dia dos Professores, black blocs anunciaram na Internet uma mudança na tática utilizada por seus membros nas últimas manifestações ocorridas no Centro do Rio. Em uma postagem em sua página no Facebook, o grupo recomendava a todos os integrantes “evitar a ação direta” nos próximos confrontos com a polícia. A ideia, sugeriam, era ficar na defensiva e adotar uma postura de resistência para que pudessem identificar aqueles que iriam causar confusão.
Nesta terça-feira, no entanto, após mais uma manifestação pacífica, a violência voltou a explodir na Cinelândia. O grupo nega que sejam os responsáveis pela destruição do patrimônio. Na opinião deles, policiais do serviço reservado estariam sendo infiltrados nos protestos para criminalizá-los pelos atos de depredação e vandalismo. Ao divulgar a nova estratégia de luta, o grupo reforça a intenção, já divulgada, de proteger os que estão na rua. Uma máxima que não foi seguida pelos mascarados de ontem, já que os professores já haviam encerrado o protesto quando tiveram início os tumultos.
Mascarados acompanham protesto dos professores na tarde de ontem. Quebra-quebra começou depois
Foto: André Mourão / Agência O Dia
Precaução
O grupo alertou para que todos ficassem precavidos quanto ao endurecimento das revistas e filmagens de suspeitos feitas pela Polícia Militar. A Polícia Civil afirmou nesta terça que não fará o monitoramento por meio de filmagens porque entende que esta é uma atribuição da Polícia Militar.
Para a cientista social Silvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, as forças de segurança não estão sabendo lidar com o crescimento dos black blocs. “A polícia tem atuado de forma precária e sem planejamento. Os últimos protestos mostram que eles agem ora por excesso de força, ora pela omissão”, critica.
Na opinião da especialista, a ação policial tem se caracterizado pela imprevisibilidade. “A polícia tem agido com um grau de improviso e amadorismo que é difícil acreditar. Se comportam como blue blocs”, disse, se referindo à farda azul da corporação. Especialista defende ação preventiva
A ação violenta de supostos integrantes do Black Bloc nos protestos gerou nas redes sociais o surgimento de grupos que pedem o fim do movimento. Duas comunidades — Fora Black Bloc e Black Bloc Não me representa — convocam novos membros que “estejam cansados de depredação, vandalismo e atos de bandidagem nas manifestações pacíficas. Os mascarados não têm uma proposta. Querem quebrar, destruir, causar pânico”, critica um internauta.
A socióloga Sílvia Ramos defende ação de prevenção no combate aos atos de vandalismo. Na visão dela, as forças de segurança precisam realizar um trabalho de investigação e atuar de forma ‘cirúrgica’ contendo os suspeitos antes do início dos tumultos e prendendo apenas os que cometem algum tipo de crime durante os protestos. “É muito ruim para a população ser atingida por gás em um bar. Tudo isso contribui para aumentar a tensão e criar um clima de insegurança.”
Nova ‘tática defensiva’ dos black blocs não sai do papel
Mascarados entram em confronto com a PM, contrariando recomendação do grupo
O DIA
Rio - Na véspera da manifestação pelo Dia dos Professores, black blocs anunciaram na Internet uma mudança na tática utilizada por seus membros nas últimas manifestações ocorridas no Centro do Rio. Em uma postagem em sua página no Facebook, o grupo recomendava a todos os integrantes “evitar a ação direta” nos próximos confrontos com a polícia. A ideia, sugeriam, era ficar na defensiva e adotar uma postura de resistência para que pudessem identificar aqueles que iriam causar confusão.
Nesta terça-feira, no entanto, após mais uma manifestação pacífica, a violência voltou a explodir na Cinelândia. O grupo nega que sejam os responsáveis pela destruição do patrimônio. Na opinião deles, policiais do serviço reservado estariam sendo infiltrados nos protestos para criminalizá-los pelos atos de depredação e vandalismo. Ao divulgar a nova estratégia de luta, o grupo reforça a intenção, já divulgada, de proteger os que estão na rua. Uma máxima que não foi seguida pelos mascarados de ontem, já que os professores já haviam encerrado o protesto quando tiveram início os tumultos.
Mascarados acompanham protesto dos professores na tarde de ontem. Quebra-quebra começou depois
Foto: André Mourão / Agência O Dia
Precaução
O grupo alertou para que todos ficassem precavidos quanto ao endurecimento das revistas e filmagens de suspeitos feitas pela Polícia Militar. A Polícia Civil afirmou nesta terça que não fará o monitoramento por meio de filmagens porque entende que esta é uma atribuição da Polícia Militar.
Para a cientista social Silvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, as forças de segurança não estão sabendo lidar com o crescimento dos black blocs. “A polícia tem atuado de forma precária e sem planejamento. Os últimos protestos mostram que eles agem ora por excesso de força, ora pela omissão”, critica.
Na opinião da especialista, a ação policial tem se caracterizado pela imprevisibilidade. “A polícia tem agido com um grau de improviso e amadorismo que é difícil acreditar. Se comportam como blue blocs”, disse, se referindo à farda azul da corporação. Especialista defende ação preventiva
A ação violenta de supostos integrantes do Black Bloc nos protestos gerou nas redes sociais o surgimento de grupos que pedem o fim do movimento. Duas comunidades — Fora Black Bloc e Black Bloc Não me representa — convocam novos membros que “estejam cansados de depredação, vandalismo e atos de bandidagem nas manifestações pacíficas. Os mascarados não têm uma proposta. Querem quebrar, destruir, causar pânico”, critica um internauta.
A socióloga Sílvia Ramos defende ação de prevenção no combate aos atos de vandalismo. Na visão dela, as forças de segurança precisam realizar um trabalho de investigação e atuar de forma ‘cirúrgica’ contendo os suspeitos antes do início dos tumultos e prendendo apenas os que cometem algum tipo de crime durante os protestos. “É muito ruim para a população ser atingida por gás em um bar. Tudo isso contribui para aumentar a tensão e criar um clima de insegurança.”
PM e Black Blocs entram em confronto nas proximidades da Câmara
Cenário é de destruição no Centro
AMANDA RAITER E FELIPE FREIRE
Rio - Policiais militares que estavam dentro da Câmara Municipal entraram em confronto com integrantes do Black Bloc, após parte do grupo pichar o muro com frases diversas e forçar a entrada da Casa pela entrada lateral, na Rua Evaristo da Veiga, por volta das 20h desta segunda-feira. Os policiais lançaram bombas e balas de borracha em direção aos ativistas, que resistiram com palavras de ordem e, usando bandeiras, quebraram vidraças do local. Pontos de ônibus foram depredados e há diversos focos de incêndio no trecho.
Os manifestantes também fizeram barricadas de lixo e atearam fogo a elas, além de lançar fogos de artifício nas entradas da Câmara. Outros retiraram tapumes para usar no confronto com os PMs e deprederam bancas de jornal, lojas e agências bancárias, roubando, quebrando e incendiando monitores, na altura da Rua 13 de Maio. Policiais militares do Batalhão de Choque avançaram com bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha.
Black Blocs picharam fachada da Câmara
Foto: Felipe Freire / Agência O Dia
Na Rua Senador Dantas, os Black Blocs tacaram fogos de artifício contra PMs, que revidaram com balas de borracha e bombas de efeito moral. A energia elétrica do local está oscilando. Os ativistas correram para a Cinelândia, onde mais bombas foram lançadas. Por volta das 20h35, a praça ficou praticamente vazia. Muitos manifestantes correram para a Avenida Rio Branco no sentido Aterro do Flamengo. Outros ativistas se retiraram quando a chuva voltou a cair no Centro. O Metrô Rio informou que penas o acesso Odeon está aberto na estação Cinelândia.
Milhares nas ruas contra a truculência da PM e falta de iniciativas do poder público
Milhares de manifestantes chegaram à Câmara Municipal, na Cinelândia, na noite desta segunda-feira, em protesto contra a truculência da Polícia Militar e à falta de iniciativas efetivas do poder público para melhorias definitivas na situação dos professores e das escolas da cidade e do estado. A praça da Cinelândia e as escadarias da Casa estão tomadas por ativistas, bem como as escadarias do Teatro Municipal. Não há cordões de isolamento e parte do comércio do Centro fechou.
Alguns presentes soltaram fogos, cantaram palavras de ordem e índios da Aldeida Maracanã fizeram uma fogueira. Apenas um carro da PM continua acompanhando o ato, no entorno da Câmara, cujas entradas foram fechadas. Alguns funcionários ainda deixam o local e policiais permanecem dentro da Casa. Outro bloco do protesto marcha na Avenida Rio Branco e o ato segue sem registrar confusões. O prefeito Eduardo Paes informou que vai receber representantes da educação, entre professores e diretores das escolas municipais, no Palácio da Cidade, às 10h desta terça-feira.
Criança segura faixa escrita "tropa de professores"
Foto: André Mourão / Agência O Dia
O deputado estadual Marcelo Freixo esteve presente no meio dos manifestantes e foi cumprimentado por vários. "Ninguém aceita mais que o professor seja tratado com bordoadas ou da forma vem sendo tratado pelo governo. A classe não merece isso e a população está abraçando o movimento. O manifesto é um ato é um ato de apoio a educação", disse.
Estão presentes, principalmente, profissionais das redes estadual e municipal e alunos. Carregando faixas e cartazes, os ativistas não desanimaram com a chuva que caiu sob a cidade no começo da noite. Um grupo de black blocks permanece à frente do protesto. Por volta das 19h20, o clima ficou tenso no local. Duas bombas foram lançadas onde não havia manifestantes. Ativistas vaiaram os policiais militares que se aproximaram.
Protesto no Centro reúne alunos da rede pública de educação do Rio
Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia
Um grupo de 30 PMs andaram da Rua Evaristo da Veiga, mas recuaram após integrantes do Black Bloc, cerca de 400, ocuparem a via. Parte dos policiais está em frente ao quartel na Evaristo da Veiga e outro grupo seguiu em direção à Câmara.
Diversas vias ficaram interditadas para a passagem do protesto. A Rua Pio XI e o acesso à Rio Branco, bem como quatro pistas da Avenida Presidente Vargas, no sentido Candelária, ficaram fechadas até a altura da Rua Primeiro de Março. Agentes da CET-Rio e Guarda Municipal controlam o tráfego nos trechos. A Avenida Rio Branco foi liberada até a altura da Presidente Vargas e, por volta das 19h50, interditada novamente. TJ negou recurso de professores contra liminar que determinou volta ao trabalho
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu nesta segunda-feira, por maioria de votos, negar o recurso do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe) contra a liminar que obrigou os professores da rede municipal a voltar a trabalhar, sob pena de multa diária de R$ 200 mil.
A decisão do Órgão Especial foi tomada seguindo o entendimento do relator, Antônio Eduardo Ferreira Duarte, que, em seu voto, argumentou que “a conduta da categoria, ao manter o estado de paralisação, gera inúmeros prejuízos e afeta mais de 600 mil alunos da rede pública de ensino, restando configurado o abuso do direito”.
Manifestantes fizeram fogueira durante ato
Foto: Felipe Freire / Agência O Dia
Em seu voto, o magistrado também autorizou o município, se este assim achar conveniente, a cortar o ponto dos grevistas a partir do dia 3 de setembro, data em que o Sepe/RJ foi intimado da liminar.
Na sessão de hoje, o Órgão Especial decidiu também, por sugestão do desembargador Henrique Figueira, que o TJRJ deve realizar uma audiência de conciliação e instrução entre o sindicato e o município, em data ainda a ser marcada. O mérito da ação, sobre a legalidade ou não da greve dos professores, ainda será analisado. Até o momento, foi apreciado apenas o agravo regimental
Manifestação de professores em frente à Câmara tem tumulto e PM joga bombas de gás
José Pedro Monteiro / Agência O Dia
80 mil confirmaram presença na Internet
A repressão dos protestos pela educação do Rio causou uma reação imediata na Internet. Neste clima, quase 83 mil pessoas confirmaram presença no principal evento que chama a população para a manifestação de apoio aos educadores. "Esse ato é em apoio à luta dos profissionais de educação e do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação - SEPE. Eles são os protagonistas dessa luta e nos ajudarão a formular a pauta. Se você é contra a greve dos professores, não entende sua função na luta por uma educação de qualidade e não entende o direito dos professores de fazerem greve, talvez esse ato não seja para você", diz o texto do evento. Confira abaixo as pautas do protesto.
Pauta da educação municipal:
1 - Pelo cancelamento imediato da votação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários votado no dia 1º de outubro, à portas fechadas e sem diálogo com a categoria.
2 - Pelo direito a manifestação dos profissionais de educação.
3 - Contra o Projeto meritocrático e neoliberal de Eduardo Paes para a educação.
4 - Por um Plano de Cargos discutido com a categoria e que represente todos os profissionais da educação. Pauta da educação estadual:
1 - Plano de carreira para funcionários.
2 - Uma matrícula, uma escola - que cada professor se dedique a uma escola.
3 - Um terço da carga horária para planejamento de aulas.
4 - Gestão democrática com eleição direta para diretores.
5 - Fim dos exames meritocráticos(SAERJ)
Pautas gerais:
- Mais democracia, menos violência policial e pela liberdade de manifestação. Beltrame reconhece excessos
O secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, reconheceu no último sábado que houve excessos por parte da PM na manifestação dos professores ocorrida no último dia 1º, durante votação do Plano de Cargos e Salários do magistério municipal pela Câmara dos Vereadores.
“Na minha opinião, em alguns casos, principalmente os que estão revelados publicamente, houve excessos. Mas também tenho que dizer que se houve intransigência e excessos dos policiais, isso veio de duas partes, da polícia e de alguns manifestantes. Nós temos 15 pessoas que precisaram de atendimento médico, nove delas são policiais. Houve, sim, preliminarmente, excesso dos policiais, mas esse excesso veio também, por vezes, dos dois lados”, disse Beltrame, em conversa com jornalistas, durante evento de ação social, no Jacarezinho, na Zona Norte.
Além de diversas cenas de violência policial contra os representantes dos professores e também de manifestantes ligados aos black blocs, imagens mostradas posteriormente comprometeram a PM, como a de policiais alegando injustamente que um jovem carregava um morteiro em sua mochila, um outro policial flagrado em cima do prédio da Câmara jogando objetos contra os manifestantes e a foto de um PM no Facebook, mostrando um cassetete quebrado com a legenda “foi mal fessor”.
No Rio, a professora Lenita desafia PMs: ‘Vai bater em professor? Posso ser professora do seu filho’
Foto: Fabio Motta / Estadão Conteúdo / Agência O Dia
“Os três casos estão sendo analisados. Não estamos em uma ditadura. Não se pode, através de uma fotografia, expulsar um policial. A imagem é importante, ela fala por si, mas não se pode sumariamente demitir ou fazer uma punição a um policial. Não quero, absolutamente, defender policiais, até porque já expulsamos mais de mil e quinhentos”.
Beltrame disse que a polícia vai agir para preservar o direito de manifestação dos professores, mas o secretário não quis garantir que equipamentos como gás e balas de borracha não serão utilizados.
“A polícia está ali para garantir a manifestação. Os equipamentos de uso, como gás e bala de borracha, acreditem os senhores, são um avanço. Porque anos atrás você tinha o cassetete e o escudo. Hoje você tem outros equipamentos. A questão toda é: quando, como e por que usar esses equipamentos. Se uma manifestação ocorrer pacificamente, a polícia militar está ali para garantir isso. A manifestação é do processo democrático e a obrigação da PM é garantir isso.”
Pms plantam bobas , pedras entre outras coisa que possa incriminar manifestantes , PROFESSORES.
Quase sempre é aqui que pagamos pelos nossos erros.
Uma unica derrapada, uma escolha errada e, perdi tudo que mais amava nessa vida.
Sempre fui familia, sempre fui pra meus filhos, em especial dois, um casal. Hoje por eles que sempre me doei, anulei por muitas vezes minhas próprias vontades, são os que menos ligam pra mim.
Ta me doendo a ultima vez que meu primeiro filho homem aprontou me deixando um grande vazio. Minha filha nem falo ,essa perdi há muito tempo atrás , enfim , ta se formando uma ferida que vai ser difícil cicatrizar.
Mais show do governo aconteceu nesta madrugada de domingo.
Centenas de policias ocuparam nesta madrugada ,13 comunidades do Lins. Com esta ocupação já são 35 UPPs na cidade do rio de janeiro. Mais uma pra porra nem uma, pois as 34 existente provam que nada muda para moradores das comunidades pacificadas.
Na verdade para moradores, o poder e a opressão só muda de mãos.Nem uma das comunidades citadas pacificadas até a data de hoje tiveram ações concretas e objetivas que não fosse para fins políticos dos três governos unidos.
Semana que passou as emissoras de tv mostrou casos de abusos por parte das autoridades de pacificação, como o do caso Amarildo, o estupro e morte da menina de 9 anos, isso sem citar outros acontecimentos que ,quem mora em uma comunidade pacificada sabe.
Mudanças com a chegada das upps, só , moradores reféns não de uma facção , mais de duas.Govenos e traficantes.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Adriele sai do armario e postar lindas fotos da sua beleza .
Lamentavelmente uma das imagens que marcou esta semana foi o enfrentamento de policias com professores grevistas lutando por salario mais digno.
Uma unica professora enfrentou um batalhão apenas com um dedo.
Ainda tem gente que chama estes grevistas de vândalos .